Advogados ativistas e observadores legais registram o primeiro dia da copa do caos

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Ao se aproximar mais uma edição da copa do mundo, não podemos nos esquecer do ocorrido no ano de 2013 e 2014. Foram anos onde advogados ativistas, junto de parte da sociedade foram às ruas para que mudanças pudessem ocorrer, frente a um sistema tão bagunçado e sem escrúpulos.

A onda, de um modo geral é quase a mesma, frente a um governo que não sabe lidar com o povo, e mais que isso, tira direitos estivemos e estamos frente a um dos maiores acontecimentos do mundo novamente, e também com instabilidades políticas no nosso país.

Não é de se espantar que esse fato esteja acontecendo, visto que nada foi mudado na prática e o que se pediu entre os anos de reivindicações, não foi atendido. Nada de fato foi alterado depois de anos de luta e disputas ocorridas durante os acontecimentos e nas praças públicas.

O que faremos, é traçar um paralelo entre os acontecimentos de 2013 e 2014, frente a um novo velho panorama que se desencadeia e se desenrola frente às nossas vistas. O intuito é justamente conseguir passar o que foi vivido e o que está prestes a acontecer, visto as movimentações que vêm ocorrendo.

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policial

Lições de 2013 e 2014

 Naqueles anos, todos foram às ruas, pediam mudanças e certamente esperavam que algo acontecesse. As eleições ocorreram, mas a luta continuou, e para alguns continua até hoje. Tendo o panorama do mesmo jeito e com as mesmas dificuldades, advogados ativistas não deixaram de lutar por melhorias, e, sobretudo por justiça.

Naquelas manifestações que ocorreram, muitos foram reprimidos por forças policiais que se mostraram contrárias às reivindicações que não lhes atendiam. Muitos puderam tirar fotos, dentre outras situações até engraçadas, mas os pleitos levantados pela classe de advogados ativistas eram visivelmente desrespeitados.

Assim, pessoas não puderam se manifestar livremente sob pena de balas de borracha e até prisões decretadas. Muitos tiveram este fim, pela luta incansável por liberdade e por tentar fazer da prática da justiça, algo comum e assertivo, sem escolher quem beneficiar ou agradar.

Sendo assim, as manifestações seguiram em meio às bagunças e discussões entre os próprios organizadores. Estava ali o ponto chave de todas as desconstruções e com elas nenhuma meta em comum. Enquanto isso a força policial se valia da confusão para apoiar quem eles bem entendiam, enquanto outros sofriam por conta da repressão.

Muitos dos trabalhadores se quer verificaram sua carta de concessão.

2018 e nada muda

 Em meio a mais um ano de eleições e de copa do mundo nada muda. Vemos todos engajados em lutas políticas e muitos outros sem o direito básico de poder se manifestar. Essa escolha, ou opção não á algo novo para os advogados ativistas, que já presenciaram o mesmo em anos anteriores.

Também é importante registrar que o pedido de intervenção militar mostra o que de fato está se tentando fazer. A repressão ainda é algo louvável e uma prática muito comum, mas do que se pensa. Infelizmente caminhamos para mais uma rodada de manifestações às quais têm pautas controladas e até apoiadas por forças de repressão.

Pessoas que estão nos movimentos políticos apartidários, advogados ativistas, juristas, alertam para o que pode acontecer no fim disso tudo, e as consequências diretas de tal comportamento. O que isso gera é muito mais grave do que se espera ou se pode presumir.

A classe de advogados ativistas precisa estar muito mais que atenta. Em meio a tanto caos, direitos vêm sendo cortados e nos levam à justiça seletiva. Enquanto atuantes da área não se pode deixar que isso ocorra desta maneira tão escancarada.

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