Corpo estranho em praça publica prende advogados

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 A atividade de um advogado está dentro de normas e regras constitucionais e que precisam seguir toda a legislação vigente sem que esta seja desrespeitada ou depreciada, não havendo justificativas para tal acontecimento ou normativas que assegurem tal ato.

No entanto a prática é algo que de fato entra em choque com outras profissões e isso é inevitável. Dentre as atividades relacionadas uma delas é poder entender e auxiliar no processo de julgamento, dentro de tribunais e respeitando toda a hierarquia que o local proporciona e oferece.

No entanto, é tarefa também da classe de advogados lutar pelos direitos que lhe são conferidos e zelar para que estes não interfiram diretamente o que de fato é a essência do trabalho que leva anos para ser realizado de maneira que esteja de acordo com a justiça praticada e tão necessária.

Quando órgãos ferem este direito básico de luta pelos próprios direitos profissionais e tentam de alguma forma obstruir a ação, temos um problema sério. E isso não pode ser aceito, de modo que medidas devem ser tomadas em prol da preservação dos direitos mais básicos do cidadão.

Acontecimentos frente a protestos

 Em uma dessas ondas de protestos, em que muitos advogados estavam envolvidos, alguns inclusive, não puderam ter sua voz ouvida. Em meio a outros manifestantes, que se mantiveram firmes na tentativa de preservar o direito básico de manifestação e de obtenção e manutenção de direitos.

Em uma dessas discussões mais acirradas, o corpo policial, responsável pela manutenção da ordem, no cumprimento de seu dever e atribuições foi tentando dispersar aquele grupo que pedia por bens que certamente afetariam a todos os grupos da sociedade brasileira.

O comandante então, ao se perceber acuado e sem maiores argumentos foi tentar a coação, tentando intimidar aquele grupo que protestava e pedia por direitos básicos. No entanto, neste momento os advogados que lá estavam apelaram à constituição para garantia da manifestação, de modo que não houvesse agressões.

Neste momento muitos foram autuados por desacato à autoridade e encaminhados. Logo depois liberados, mas a marca que isso dá faz com que haja muito mais reações populares em prol dos direitos assegurados, e agora muito mais do que isso, uma resposta frente aos direitos feridos e castrados frente a uma força que tentava se impor.

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Consequências

 As consequências deste ato certamente mostram a fragilidade que se tem no simples ato de manifestação. Isso não pode ser regra, mas deve ser combatido com todas as forças e com todos os nossos ideais juntos. A luta por direitos não diz respeito a grupos específicos, mas a toda a sociedade que está envolvida no processo.

Saber disso nos faz refletir sobre o que fazer ou como se comportar frente a uma coação. Não se pode calar a voz de quem quer melhorias básicas para a nossa sobrevivência, e o Estado que deve assistir e controlar, está na tentativa de calar, para que incômodos como este não ocorram com tanta regularidade ou com tanta força.

Assim, a força policial, braço do Estado, vem na tentativa de coibir ações como esta e sempre trata todos do mesmo jeito. Não importa muito qual a sua briga ou ideal, ele certamente será alvo do Estado para que não ocorra, e assim, outras ações como essa sejam cortadas antes que sejam pensadas.

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Não se pode ficar de braços cruzados e assistir tudo acontecer. A classe de advogados, no conhecimento da lei e das atribuições, podem sim fazer a diferença e garantir que os direitos de todos os cidadãos sejam atendidos e garantidos, sem que a força física seja utilizada para isso.

Advogados são presos e agredidos após questionarem autoridade policial.

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